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Detector Analógico: Onde Aplicar e Por Que

  • 23 de jun.
  • 2 min de leitura

Cada empreendimento tem suas particularidades e precisamos olhar justamente para elas para entendermos o tipo de sistema de alarme de incêndio que será abrigado no empreendimento.


Existem prédios com poucos andares onde um sistema convencional já resolve o problema. E existem prédios com estruturas maiores e, consequentemente, ambientes mais complexos. Analisando esse tipo de situação pode ser que apenas o sistema endereçável não dê conta de garantir a segurança de todo o empreendimento.


É nesse cenário que vemos na tecnologia analógica uma opção interessante no sistema de detecção e alarme de incêndio do local.



O que é um sistema de alarme de incêndio analógico?


O sistema analógico também é um sistema endereçável, e seu grande diferencial está em poder ajustar a sensibilidade dos detectores de fumaça e de temperatura.


Diferente dos detectores comuns que funcionam de uma forma mais direta e que, quando detectam fumaça ou calor enviam o sinal para a central, os detectores analógicos utilizam microprocessadores que não apenas informam a central que há incêndio, mas também transmitem informações mais detalhadas. Se os dados estiverem dentro de uma faixa considerada aceitável, o sistema segue o monitoramento normal. Se os valores se aproximarem do nível de risco, a central pode emitir um pré-alarme.



Onde aplicar um detector analógico?


Espaços com grande quantidade de pessoas: Por exemplo, uma UTI hospitalar. Nesses espaços, qualquer sinal de fumaça precisa ser identificado com rapidez. Um falso alarme pode provocar evacuações desnecessárias que, além de arriscadas, causam grande impacto em pacientes com estado clínico delicado. O detector analógico garante resposta rápida e precisa, ajudando a proteger vidas e evitar transtornos.


Ambientes com atividades críticas ou equipamentos sensíveis: Laboratórios, salas técnicas ou data center, se beneficiam de níveis ajustáveis de sensibilidade. No caso do data center, temos um exemplo de local que precisa ter uma temperatura baixa e um aumento na temperatura pode significar um possível incêndio. Por isso, ajustar a sensibilidade dos detectores de temperatura para uma faixa específica pode resolver um grave problema de perda de dados.



Onde não aplicar detectores analógicos?


Tão importante quanto saber onde instalar um detector analógico é saber onde não aplicar.


Ambientes amplos, abertos ou com muitas aberturas como galpões logísticos, áreas externas ou pátios não são ideais para a tecnologia analógica. As correntes de ar e a variação natural das condições podem prejudicar a precisão da detecção.


Por isso, a escolha de um detector parece simples, mas a verdade é que exige uma boa análise do projeto e do ambiente de instalação. Afinal, em alguns casos um detector comum é suficiente, e em outros casos um detector analógico será a melhor alternativa.



Dúvidas sobre qual detector usar na instalação ou no projeto?


Para atender diferentes necessidade do mercado, a ILUMAC conta com um portfólio completo de centrais, dispositivos e equipamentos para sistemas de detecção e alarme de incêndio. Desse modo, a execução de instalações ou projetos se adequa para diferentes cenários.


Tem dúvidas sobre qual detector utilizar? Entre em contato com o time de consultores da ILUMAC. Nossa equipe de especialistas vai te ajudar a identificar a melhor solução para cada aplicação considerando todos os requisitos de segurança.


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